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FAEP pede revisão do preço mínimo do trigo

O presidente do Sistema FAEP, Ágide Meneguette, encaminhou ofício ao Ministério da Agricultura insistindo na revisão dos preços mínimos para o trigo, conforme o custo de produção calculado pela Conab

No final de março o governo reajustou os preços mínimos do trigo pão tipo 1 e do trigo melhorador tipo 1 em apenas 5%. Os demais preços mínimos para o trigo não foram reajustados. O acréscimo de 5% não reflete a realidade do custo de produção calculado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). No último levantamento, ainda referente à safra de 2013, o custo de produção era de R$ 635,33 por tonelada ou 14% superior ao preço mínimo estabelecido para o trigo pão tipo 1, por exemplo.

No final de 2013 a FAEP, o Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (OCEPAR) e a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (SEAB) elaboraram um documento de propostas à política agrícola para triticultura nacional. Nesse documento foi proposto, entre outras coisas, o ajuste do preço mínimo da Política de Garantia de Preço Mínimo (PGPM) em 19,6%, equiparando-o ao custo de produção, e a programação do apoio à comercialização do produto.

Após diversos períodos de desestímulo ao plantio de trigo, a área do cereal no Paraná em 2014 pode aumentar 23% de acordo SEAB. A retomada da área de plantio no Estado deve-se à expectativa dos produtores em obter melhor rentabilidade com o produto, comparando às safras passadas, em que os baixos preços de comercialização não cobriam nem os custos de produção.

Em 2013 a produção nacional totalizou 5,5 milhões de toneladas para um consumo estimado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) de 11,5 milhões de toneladas. Devido à dependência do produto, as importações no ano passado foram recordes totalizando 7,5 milhões de toneladas.

Diante disso, o presidente da FAEP, Ágide Meneguette  encaminhou ofício ao Ministério da Agricultura, insistindo  “na revisão dos preços mínimos para o trigo, conforme o custo de produção calculado pela Conab”.

Ouça e clique abaixo para ouvir a análise da economista Tânia Moreira, do Departamento Técnico Econômico (DTE) do Sistema FAEP.

 

 

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